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Maceió/Al, 13 de dezembro de 2017

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é editor-geral do AL1.
09/10/2017 às 08:39

Ponto DECISIVO para o deputado "federal" Marcelo Victor

Exímio articulador prepara voo à Câmara Federal Exímio articulador prepara voo à Câmara Federal

Ele é baixinho, cabeçudo e cabeça dura, mas um exímio articulador político. Há outros com algumas semelhanças, mas o deputado estadual Marcelo Victor, com cadeira cativa na Assembleia Legislativa de Alagoas, tem na bagagem o que pouquíssimos têm: credibilidade nos acertos.

Para quem trafega nesta seara sabe que nenhum político resiste as promessas que não pode cumprir.

Marcelo Victor é baixinho na estatura e cabeçudo justamente porque o tamanho do crânio é desproporcional a seu corpo.

É visto pelos colegas como cabeça dura porque não arreda um centímetro quando toma uma decisão. Marcelo não é e não atingirá o status de sábio político, mas é diferenciado no meio.

O conheço pouco, mas ouço falar muito de sua maneira de agir com os que o acompanham. “Se acertar pode dormir sossegado’, garante um bem-sucedido articulador político que acompanha Marcelo.  

É neste ponto que o 1º secretário do Legislativo estadual dá um salto maior que as penas “DA CONCORRÊNCIA” para chegar à Câmara Federal.

Dos nove nomes de hoje, Cícero Almeida e Marx Beltrão não disputarão o pleito. Pedro Vilela não terá o mesmo fôlego financeiro de 2014, mesmo com Teotonio Vilela candidato ao Senado. É o que acontecerá com Paulão, que teve a digital de Renan Calheiros para vencer. Não será diferente com Givaldo Carimbão, brigado com boa parte da comunidade católica, que sempre lhe garantiu algo em torno de 40 mil votos.  

Maurício Quintella, Arthur Lira, JHC e Ronaldo Lessa -  NESTA ORDEM – terão um pleito mais tranquilo. Há uma INTERROGAÇÃO DO TAMANHO DE ALAGOAS quanto ao fôlego de Lessa, que abriu demais as pernas para apertar os passos e se manter na Câmara. A decisão pode lhe custar caro - ou não. É jogo a ser jogado.

Bem... com duas vagas em aberto e três nomes na corda bamba, poucos terão, em 2018, o que Marcelo Victor tem: Dinheiro, partido, aliados sacramentados e outros à espera do convite. Soma-se a isso o poder de articulação, o pragmatismo e a frieza típica dos líderes. Nestes quesitos ele é fenomenal.

Portanto, o baixinho cabeçudo e cabeça dura é um ponto fora da curva quando o assunto é compromisso. Não é perfeito, claro, e deve ter aprendido com a estratégia mal sucedida à prefeitura de Rio Largo. Se Gilberto Gonçalves é prefeito pode agradecer à cabeça dura de Marcelo. Se vencesse seria Mestre.

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