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Maceió/Al, 13 de dezembro de 2017

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é editor-geral do AL1.
09/10/2017 às 15:14

“Jornalismo sacana” cria factoides e entra na “linha editorial” do WhatsApp

SE, PODE e DEVE nunca foram tão utilizados para “informar”. No caso do tema política, corrompido por natureza, o informar vai com aspas porque é o máximo publicável, para ser educado 

Informação, segundo o nobre Aurélio Buarque de Holanda, significa:

1 - Ato ou efeito de informar
2 - Notícia (dada ou recebida).
3 - Indagação.
4 - Esclarecimento dado sobre os méritos ou estado de outrem.

O jornalismo, agora sem a obrigatoriedade do registro profissional, ganhou o repórter AD-hoc, um aliado difícil de ser combatido na era digital.

Com as notícias – verídicas, especulativas, destrutivas ou reais – na palma da mão, confirmar a veracidade da mesma é tão difícil quanto listar 5 políticos alagoanos que você coloque a mão no fogo por ele.

O WhatsApp, para muuuuuuuuuuuuita gente, não é apenas uma rede social, mas uma rede - SEM LIMITE - de intrigas, mentiras e o mais preocupante:  REPLETA DE SACANAGEM.

SE pelo menos 1/3 das publicações dos jornalistas sacanas fosse verdade Alagoas estava em “guerra”.

PODE ser porque os soldados da discórdia não compreendam o mal que estão fazendo a todos nós.

Ou DEVE ser porque arrumaram um lavado de roupa remunerado para falar mal do próximo.

Os sacanas que estão a serviço de outros sacanas não são jornalistas de verdade. Para comparar deixo a seguinte pergunta: Você acredita em tudo que chega no seu WhatsApp?

Então pense bem no que podemos ter a partir de 2018.

Saudações ao bom jornalismo.

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