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Maceió/Al, 13 de dezembro de 2017

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é editor-geral do AL1.
10/10/2017 às 08:48

Se as redes sociais decidiram as eleições no EUA, imagine por aqui

Escrevi ontem sobre o “jornalismo sacana”, que cria factoides e entrou na linha editorial do WhatsApp. Agora há pouco, no Bom Dia Brasil, da Globo, uma reportagem mostrou que os russos compraram espaços no Google e Facebook (é o que se sabe até agora) para bombardear a candidata Hillary Clinton, que acabou derrotada, mesmo favorita e com os apoios do então presidente Barack Obama e do marido, o ex-presidente Bill Clinton.

E o que é que isto tem a ver com o Brasil e Alagoas? Tudo e mais alguma coisa.

- As redes sociais transformaram o deputado federal JHC no queridinho da rapaziada. Ele é a força jovem EM CARREIRA SOLO mais evidente no Estado e o político alagoano que mais e melhor utiliza as redes sociais.

- O lado ruim é que o exército do mal tem sido vitorioso na pregação de desinformações que deixam todos com a certeza da mentira como verdade.

OS TEMPOS MUDARAM
Os mais antigos, principalmente do interior, dizem DESDE SEMPRE que devemos acreditar naquilo que vemos, não no que nos dizem.

- No jornalismo, o bom profissional se garante pela fonte confiável.

O LADO B
Nas redes sociais o compartilhamento da sacanagem não tem fonte e não é possível saber de onde nasceu AQUILO QUE CHEGA NO SMARTPHONE OU NA TELA DO COMPUTADOR.

O tradicional boato, até então a maneira mais veloz e sorrateira de destruir a imagem do alvo, ganhou roupagem digital e o nome disso agora é: REDE SOCIAL.

Cuidado com a sua “rede de amigos”. 

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