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Maceió/Al, 11 de dezembro de 2017

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é editor-geral do AL1.
05/12/2017 às 07:09

O PARAÍSO É AQUI: Alagoas tem jazida com 160 milhões de toneladas de cobre e ferro. Também tem ouro para 10 anos de trabalho

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Líder de audiência em todas as emissoras de rádio onde trabalhou, França Moura vem, há décadas, chamando a atenção para uma cabeça de burro plantada em Alagoas. Não se sabe ao certo se é lenda, mas somos testemunhas que o Estado, em 1997, chegou no ápice da crise e engatou marcha à ré na direção do abismo. 

Ao que parece, o atraso é coisa do passado e a partir de 2018 teremos longos anos, fartos de cobre, ferro e muito ouro. A riqueza está bem ali, no Agreste, entre os municípios de Craíbas e Arapiraca. Só pelo investimento INICIAL percebe-se o tamanho do negócio: US$ 200 milhões, algo em torno de R$ 660 milhões. 

Pelo que está sendo colocado, agora, a área de 2500 hectares, pertencente a mineradora Vale Verde, instalada em Craíbas, tem duas jazidas com mais de 160 milhões de toneladas de cobre e ferro. O estudo aponta que 2/3 da riqueza estão na área pertencente a Craíbas e 1/3 em terras de Arapiraca. Para tirar todo o potencial serão necessários 18 anos de trabalho.

E a notícia é ainda mais animadora. Também há ouro suficiente para ser explorado por 10 anos.

As boas notícias não param. Além da riqueza natural, a expectativa é que na fase de implantação do novo projeto sejam gerados mais de 2 mil empregos diretos. Quando estiver em operação a mineradora vai gerar 500 empregos diretos.

A mineradora, que está com nova direção, acaba de ter a confirmação do apoio do Governo de Alagoas, com incentivos fiscais do Programa de Desenvolvimento Integrado de Alagoas (Prodesin).

A mineradora
A Vale Verde pertencia ao grupo Canadense Aura Minerals, que paralisou os trabalhos no final de 2014 por conta do risco com as incertezas econômicas e a escassez de crédito.

A nova estrutura passa a ser controlada pelo Fundo Internacional Appian Capital Advisory. Os representantes do grupo, Michael Sherb e Edward Otto, estiveram com o secretário Rafael Brito, do Desenvolvimento Econômico e Turismo e Fábio Farias, do Gabinete Civil, discutindo o trâmite de todos os processos e licenciamentos, para que a mineração comece o mais rápido possível.

É torcer para que não seja só mais um sonho NÃO REALIZADO.

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