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Maceió/Al, 20 de setembro de 2018

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
06/03/2018 às 06:11

Em Murici ‘tremores na terra' continuam rachando paredes de casas

Os tremores de terra que assustaram moradores em vários bairros de Maceió e Satuba são, não há dúvida, um fenômeno da natureza.

O volume da chuva que caiu na capital, no último final de semana, provocando alagamento em ruas e avenidas e erosão num trecho da Via Litorânea, em Cruz das Almas, é o castigo da natureza, em resposta aos que jogam lixo nas ruas e aos engenheiros que fizeram uma tubulação maluca.

Os maceioenses estão com medo e as redes sociais não param com notícias desencontradas e fake news sobre os assuntos.

E o que dizer do que a população de Murici tem vivido?  Por lá os “tremores na terra” são constantes, deixando paredes de casas rachadas e a população raivosa. E porque em Maceió os moradores ficam com medo e em Murici com raiva? Porque o fenômeno causado em Murici é um crime contra a natureza, tão grave quanto os provocados por quem joga lixo nas ruas.

Em Murici a terra treme e as paredes racham com frequência por causa das explosões de uma maldita pedreira, instalada praticamente dentro da cidade. 

Em Murici os especialistas não precisam estudar o caso, porque o maior fenômeno por lá não é o barulho da dinamite, mas a inércia da população e o silêncio das autoridades e da justiça.

Quantas casas precisam cair?
Alguém precisa morrer soterrado?
ATÉ QUANDO
?  

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