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Maceió/Al, 23 de junho de 2018

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
13/06/2018 às 10:37

Nomes badalados preparam o pacote da desistência. Quanto vale o curral eleitoral?

O afunilamento está imprensando uma turma que imaginou ter feito o plano de voo tranquilo até a Assembleia Legislativa e Brasília. A pane geral do PSDB tirou Teotonio Vilela, do Senado, e Rui Palmeira do Governo, mas a desistência não ficará apenas com os líderes tucanos.

Há algum tempo a turma do baixo clero - que envolve políticos no exercício do mandato, gente que passou o cargo à frente e os sem mandato – começou a fazer novas contas. Como a política se transformou num negócio, é preciso investir para recuperar triplicado mais à frente. E quando o projeto não vinga, os políticos (investidores) negociam suas bases, numa espécie de agiotagem eleitoral. O político diz: “Tenho X votos garantidos. Investi X e gastaria mais X para confirmar os X votos. Se você (outro político) quiser as bases é só me ressarcir o que gastei”.  

Por que desistir?
Efeito Lava-jato é o carro-chefe;
Prisão de Lula e erradicação do PT indicam outros tempos;
A Justiça abrindo os olhos e punindo figurões aumenta os riscos de cadeia e devolução de muito dinheiro;
E, por fim, a possibilidade de início da revolução moral, inevitável para que o Brasil largue das amarras e puna os fora da lei (seja quem for).

Por tudo isso e outras estripulias, o problema está no arrumar o dinheiro LÍCITO da campanha e como não cair nas barras da Justiça. 

Por prudência, que cada político coloque a foto de Lula na carteira (apenas para lembrar que o crime não compensa). 

Em tempo:
Teotonio e Rui não estarão nas urnas por causa de incompatibilidade eleitoral partidária. É uma outra história. 

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