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Maceió/Al, 18 de outubro de 2018

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
17/09/2018 às 07:50

O pau já cantou e a partir de agora quem for podre que se quebre

Escrevi na sexta-feira que, sem Collor na disputa, todos os olhares seriam redirecionados para Renan Calheiros. E foi o próprio quem deu o novo tom da disputa eleitoral em Alagoas, ao chamar Collor e Benedito de Lira de velhacos.

Renan, você sabe, é metódico, perfeccionista e especialista na leitura de cenários. Ao chamar para si a responsabilidade de acionar o botão de alerta máximo, ele também dá sinais claros de que a batalha pelas duas vagas ao senado será mortal - politicamente falando

Nos textos da sexta-feira (Collor abre a cortina de fumaça e deixa todos nus  Collor foi o grande ator da campanha. Causou efeito de entrada e saiu de maneira triunfalquestionei se a saída de Collor foi bom para Renan Calheiros. A resposta foi dada pelo próprio Renan

A partir de agora é pau na canela, sem regra, sem propostas e sem escrúpulo. A nova temporada da dramática história da mãe morta, da dança do velho guerreiro, das intermináveis viagens por rodovias, portos e aeroportos e o sorriso do Rei darão lugar ao mundo sombrio da luta pelo poder.

Se Renan deu o tom é porque sabe, anos luz à frente dos concorrentes, que a guerra começou.

Caberá ao até então desatencioso e despretensioso eleitor assistir com atenção e escolher que Alagoas quer para o presente e futuro.

A guerra já começou.

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