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Maceió/Al, 19 de novembro de 2018

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
12/10/2018 às 08:12

Sem o debate de ideias, sem direito ao contraditório e sem o devido respeito, prevalecem a intolerância, o medo e o ódio

O processo eleitoral de Alagoas passou longe dos princípios democráticos.

Não pela ausência de 22,60% dos eleitores às urnas. Tampouco pelos 103.344 (6,10%) que votaram em branco, ou pelos 294.448 (17,39%) que preferiram anular o voto para governador do Estado.

Também não é porque 245.663 (7,26%) eleitores optaram por votar em branco ou porque mais de meio milhão de pessoas (537.603 – 15,88%) decidiram anular o voto para o Senado.

Também não é porque 168 mil alagoanos (9,92%) decidiram votar em branco ou pelos 263.273 (15,55%) que anularam para deputado estadual e federal.

Alagoas segue uma tendência que tem machucado e o dividido Brasil. Por aqui, o palanque do ódio, da falta de respeito e da intolerância segue armado. As redes sociais e aplicativos como o Whatsapp são ringues abertos, sem regras e limites.

Eleitores comuns, aqueles que optam pelo voto consciente, são minoria. Os que escolhem o caminho da pressão, da opressão, da cobrança desmedida, até atingir o limite da intolerância, não são eleitores, são figuras alienadas ou a serviço.

Atenção máxima
Pelo que preza a democracia, o bom debate também se faz na urgência e o momento atual pede atenção máxima, porque estamos diante do extremismo, sem ideais ou ideologia.

Neste momento temos que buscar a opção pelo convencimento (ainda é possível), com direito ao contraditório.

Intolerância, medo e ódio - comigo não funciona.

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