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Maceió/Al, 16 de novembro de 2018

Cultura

02/02/2018 às 15:03

Leis sancionadas instituem dois novos patronos no Brasil

José Bonifácio, patrono da Independência José Bonifácio, patrono da Independência

Os novos patronos são Luís Gonzaga Pinto da Gama (Lei 13.629/18), patrono da abolição da escravidão no Brasil; e José Bonifácio de Andrada e Silva (Lei 13.615/18), patrono da Independência. O objetivo das leis é homenagear pessoas que foram importantes na história do País, mas que não são conhecidas de grande parte da população.

O deputado João Paulo Papa (PSDB-SP), autor do projeto que deu origem à lei em homenagem a José Bonifácio, destacou a importância do estadista, especialmente quando no cargo de ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino e Estrangeiros.

"Ele atuou firmemente e liderou a Independência do País, construiu as condições políticas para que nós pudéssemos conquistar a Independência e, a partir dali, teve uma forte influência na área política e sustentou as bases de uma futura nação", explicou.

Já o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), autor do projeto para incluir o advogado Luís Gama como patrono da abolição da escravidão no Brasil, destacou que, apesar de pouco conhecido, Luís Gama teve um importante papel na libertação dos escravos. Nascido livre, foi vendido como escravo aos dez anos, aos 16 fugiu e se engajou no Exército.

Abolicionista Luiz Gama

Luís Gama (foto), patrono da abolição

Autodidata, Luís Gama frequentou o curso de Direito como ouvinte, mas não chegou a completá-lo. E, assim, iniciou suas atividades contra a escravidão, conseguindo libertar mais de 500 escravos.

"O papel dele na história, como símbolo de alguém que através da educação conseguiu a sua emancipação e a dedicação que ele teve ao fim da escravidão e à constituição da República fazem de Luís Gama um homem digno de compor como um dos heróis da pátria brasileira e sua militância é digna de o expor como patrono na luta contra a escravidão", destacou.

Luís Gama também teve seu nome incluído no Livro dos Heróis da Pátria. Em 2015, 133 anos após sua morte, ele foi reconhecido como advogado pela Ordem dos 

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