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Maceió/Al, 19 de novembro de 2018

Justiça

08/11/2018 às 14:20

Centro de conciliação no Vergel aproxima Justiça da população pobre

Desembargadores Tutmés Airan e Celyrio Adamastor; diretor Vitor José; juízes Juliana Batistela e Sandro Augusto. Foto: Caio Loureiro. Desembargadores Tutmés Airan e Celyrio Adamastor; diretor Vitor José; juízes Juliana Batistela e Sandro Augusto. Foto: Caio Loureiro.

A instalação de um Centro de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) dentro da Comunidade Espírita Nosso Lar, no bairro do Vergel, dará uma grande contribuição para pacificar a região. É o que avaliam os integrantes do Poder Judiciário de Alagoas presentes na inauguração do órgão, realizada nesta quarta-feira (7).

“O Poder Judiciário está de parabéns, só se consegue a paz solucionando os conflitos. Outrora a Justiça vivia em uma redoma, hoje não mais, o nosso forte é estar junto da comunidade”, destacou o desembargador Celyrio Adamastor, vice-presidente do Tribunal de Justiça, no exercício da Presidência.

Junto à favela Sururu do Capote, às margens da Lagoa Mundaú, o Cejusc terá grande impacto para a população local, “extremamente carente”, como avalia o desembargador Tutmés Airan, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).

“O Poder Judiciário está somando forças com um centro espírita bastante prestigiado, para produzir paz. É o tipo da iniciativa que pensamos em multiplicar para outros centros espíritas e igrejas”, disse Tutmés Airan.

O diretor da Comunidade Espírita, Vítor José Rodrigues, explica que a instituição atualmente já trabalha na solução de conflitos. “São inúmeros os advogados que nos ajudam, mas com a proximidade do TJ, temos a oportunidade dar um caráter formal e equacionar os conflitos dentro da estabilidade da lei, e com isso dinamizar os processos sociais”.

A Comunidade, que tem 5.400 pessoas da região cadastradas, também presta diversos serviços à população nas áreas de saúde, esporte e educação profissionalizante.

Está responsável pelo Cejusc a juíza Juliana Batistela. Ela acredita que o órgão dará vazão a uma demanda reprimida e promoverá inclusão social. “A gente vai começar com questões de família: divórcio, alimentos, guarda de filhos; posteriormente vamos abranger todas as demandas que podem ser tratadas, com direito do consumidor, que é um grande ramo que tratamos”.

As audiências começam a ser realizadas já nesta quinta-feira (8), a partir das 14h.

Desembargadores e juízes durante o gesto simbólico de inauguração do Centro de Solução de Conflitos


Fonte: Dicom TJAL -

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