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Maceió/Al, 23 de janeiro de 2018

Saúde

06/01/2018 às 15:07

Sesau vai distribuir 500 mil preservativos por mês em locais estratégicos

Camisinhas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde dos 102 municípios do Estado - Fotos: Carla Cleto Camisinhas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde dos 102 municípios do Estado - Fotos: Carla Cleto

Fabiano Di Pace

Como parte da campanha de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e Hepatites Virais de 2018, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) vai distribuir 500 mil preservativos por mês até o final do ano.

As camisinhas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde dos 102 municípios do Estado, além de dispensadores nos Shoppings Miramar, Maceió, Pátio, Terminal VLT e Terminal Rodoviário de Maceió, além do Garden Shopping, em Arapiraca.

Segundo a assessora técnica do Programa de Combate às ISTs da Sesau, Sheila dos Anjos, o esforço tem como propósito conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção sobre as doenças contraídas pelo ato sexual, especialmente HIV/AIDS. “As pessoas devem lembrar que o comportamento de risco é perigoso para todos, independente de orientação sexual ou padrão econômico”, reforçou Sheila dos Anjos.

Além da distribuição de preservativos, a campanha conta com o auxilio de peças publicitárias em outbus, televisão e salas de cinema. “Buscamos atingir o público de forma geral e, especialmente, jovens e gestantes”, destacou a técnica da Sesau.

Aplicativo

Também está disponível para a população o aplicativo ‘Aqui tem Camisinha’ que orienta sobre os meios de prevenção e facilita o acesso à rede de saúde. Disponível para dispositivos móveis iOS e Android, ele indica quais os locais disponíveis para retirada de preservativos, onde é possível fazer a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) e teste rápido de HIV, além dos outros serviços oferecidos na área.

De acordo com dados do Programa de Combate às ISTs da Sesau, Alagoas registrou 373 casos de AIDS em 2016 e 361 em 2017. Já os casos de infecção pelo vírus, quando a doença ainda não se manifestou, subiram de 680 em 2016 para 791 em 2017.

“A prevenção ainda é o melhor caminho para assegurar a saúde e bem estar da população. Com a prática do sexo seguro, e evitando o uso de drogas injetáveis, pode-se manter uma vida social plena e segura”, salientou Sheila dos Anjos. 

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