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Maceió/Al, 17 de outubro de 2018

Turismo

18/09/2018 às 18:39

Maceió Mais Inclusiva lança prêmio de inovação nesta quarta

Modelo de cultivo de sururu foi apresentado a pescadores e marisqueiras (Foto: Luiz Rios/Ascom Semtur) Modelo de cultivo de sururu foi apresentado a pescadores e marisqueiras (Foto: Luiz Rios/Ascom Semtur)

Bárbara Pacheco

O Projeto Maceió Mais Inclusiva por meio da Economia Circular avança a passos largos para qualificar a atividade pesqueira no Jaraguá e na Lagoa Mundaú. Mais uma etapa da ação será realizada nestas quarta (19) e quinta-feira (20), na Associação Comercial, com o 2º Seminário de Economia Circular, quando será lançado o Prêmio Inovação em Economia Circular. O Maceió Mais Inclusiva é uma programa da Prefeitura que envolve diversas instituições públicas, privadas e organizações da sociedade civil.

A ideia é apresentar aos empresários locais e demais participantes casos exitosos de Economia Circular desenvolvidos no Brasil e promover a sensibilização para a aplicação do conceito sustentável na dinâmica dos negócios. A iniciativa marca também a assinatura do contrato com a Braskem para a implementação de um cultivo experimental do sururu, por meio da aquicultura, em uma estrutura para suspensão do marisco instalada em diversos pontos da Lagoa Mundaú.

De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur), Jair Galvão, a qualificação de uma das principais cadeias produtivas da capital alagoana reflete diretamente no setor turístico. “O sururu é um produto com enorme potencial e pode ser mais um diferencial competitivo para o destino, reconhecido pela grande vocação gastronômica. Por meio da Economia Circular, o projeto deve agregar valor ao sururu, que representa a identidade alagoana, e potencializar ainda mais a imagem do destino”, avaliou o gestor.

Na ocasião, também haverá o lançamento do edital do Prêmio Inovação em Economia Circular, para reconhecer práticas, projetos e ideias que tragam soluções aos resíduos das cadeias produtivas. São R$ 200 mil destinados a instituições de pesquisa, entidades da sociedade civil organizada, iniciativa privada e empreendedores individuais.

“O lançamento desse prêmio é muito importante, porque vamos conseguir apoiar a implementação de modelos de negócio baseado no conceito da Economia Circular, com o desenvolvimento de novos produtos a partir dos resíduos do marisco. A ideia é desenvolver também novas formas de comercializar o próprio sururu, como a vácuo ou congelado”, explicou a diretora técnica do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (Iabs), Jannyne Barbosa.

As inscrições do prêmio serão gratuitas e ocorrerão no site do projeto (iabs.org.br/maceioinclusiva/premio) via formulário online, com espaço para inserção de documentos, fotos e arquivos. O Maceió Mais Inclusiva é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Maceió, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Fundo Multilateral de Investimento (Fumin), e o Iabs, além de contar com o apoio da Braskem, Sebrae, Desenvolve e Universidade Politécnica de Madri.

Avanços

A primeira etapa do projeto destinado à qualificação da cadeia produtiva do sururu foi a caracterização socioeconômica e produtiva dos beneficiários. Ao todo, serão contempladas 600 famílias que têm a extração do marisco como principal fonte de renda. Agora, o Maceió Mais Inclusiva avança na segunda etapa da ação, que consiste em implantar o novo modelo de cultivo e monitorar o desenvolvimento planejado do sururu, bem como incentivar modelos de negócios sustentáveis, pautados pela economia circular.

Confira abaixo a programação completa do seminário:


Ascom Semtur


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