Wadson Regis

Governo de Alagoas tem focos antagônicos e resultados parecidos

Que caminho seguir? A escolha não é só de quem governa

O Estado de Alagoas já foi o mais violento do País. Maceió, Pilar e Arapiraca chegaram a figurar no topo da criminalidade nacional.

O Estado de Alagoas, há décadas, foi o que menos investiu em educação e um dos que mais exportou analfabetos para outros estados, principalmente São Paulo, os oasis dos nordestinos.

É preciso reconhecer que os tempos são outros. Deixando de lado as mesmas figuras carimbadas, que continuam nos colocando na vitrine do ridículo, o plano de ação do governo Renam Filho nas áreas econômica, de educação e segurança pública apontam para um futuro promissor.

Na verdade os números já mostram os primeiros frutos. Mesmo no limite, Alagoas já não é o Estado violento e Maceió a capital onde mais se mata. Os investimentos na educação são visíveis e não só por conta das escolas em tempo integral, mas pela proposta do Governo. Pouca gente sabe, mas o grande desafio dos gestores, no momento, está no ajuste fiscal. E nesse quesito Alagoas, quem diria, está dando aula.

Volto a afirmar: Estamos longe do ideal, mas no caminho certo. É preciso que o governador Renan Filho não sucumba aos anseios da classe política, por cargos estratégicos, com fins eleitoreiros.

Está claro que onde há técnicos ou gestor do ramo o trem segue nos trilhos. O Detran e as secretarias de Agricultura e Planejamento são outros bons exemplos.

A confirmação de uma série de concursos públicos também anima, já para curto prazo. A possibilidade de reajuste para o funcionalismo público fortalecerá o relacionamento. É preciso que haja o entendimento entre todos os envolvidos – Governo, servidor e, claro, a sociedade.

Estamos atrasados na duplicação das rodovias, mas trilhando o caminho mais seguro para dias melhores.  

Wadson Regis

Wadson Regis

Sobre

Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.

Arquivos

Selecione o mês