Foram puxar a pena, veio a galinha toda
O caldeirão político está quente, com a água em banho-maria. Neste momento há cozinheiros, chefes e donos dos estabelecimentos (partidos) azeitando o tempero, em Maceió, no interior e Brasília. Opa! Há risco de indigestão, porque o ditado popular diz que "panela que muito se tempera sai insossa". Quando muitas pessoas tentam temperar ou cozinhar o mesmo prato, a tendência é levar a resultados negativos, tanto no sabor quanto na saúde e na segurança alimentar.
Ouvi de um político (cozinheiro no processo), que tem temperado a panela: “Foram puxar a pena, veio a galinha toda. Isso não é bom”.
Com muita gente adicionando sal, ervas ou especiarias sem coordenação, pode resultar num prato extremamente salgado, apimentado ou com sabores conflitantes. Tal desequilíbrio revela a falta de uma supervisão centralizada ("chef"), que pode levar a uma comida sem sabor definido, onde os temperos não se harmonizam, aumentando o risco de contaminação cruzada e transmissão de microrganismos, o que certamente causará desconfortos, refluxo e irritação. Já há sinais claros.
Bem... faltando 17 dias para o prazo das filiações partidárias e desincompatibilização do serviço público, as panelas estão recebendo temperos não higienizados.
Na política das Alagoas há quem tenha condições de recuperação, com dois anos da fisioterapia, até as eleições de 2028. Nesta festança, com sinais de indigestão e confusao no final, só Renan Filho não precisaria da fisioterapia (em caso de derrota), porque sua vida política está preservada até 2030.
Neste momento, cozinheiros, chefes e donos de estabelecimentos (partidos políticos) estão dosando seus níveis de:
- ambição
- orgulho
- idoneidade moral
- credibilidade
- capacidade de cumprir acordos até o final
- ideologia (fora da lista)