Na política a punição é rápida
Na política faltam:
- Ética
- Debate
- Comprometimento
- Conhecimento
- Propósito
- Propostas...
Por outro lado, abundância em:
- Acordos impensáveis
- Corrupção
- Desconhecimento
- Dinheiro
- Promessas
- Traição...
Quem convive no universo político, sabe da sagacidade entre aliados e adversários. O modelo praticado no Brasil, pessimamente aprimorado em Alagoas, revela, a cada dois anos de eleição, que tudo é possível.
Temos um $istema operante sem limite, porque a mídia tem lado, o judiciário é conivente e o povo, sem voz, fica sem opção adequada, justamente pela ausência da ética, de debates proveitosos, do conhecimento e comprometimento entre candidato e eleitor, e da inexistência de propósitos e propostas para o bem comum.
Enquanto a mídia insistir na propagação de especulações, e optar por um lado da moeda (quando deveria informar), o judiciário for conivente e sócio do $sistema (quando deveria fiscalizar e julgar), e o povo não tomar as rédeas da situação (optando pelo desconhecimento dos fatos e pela comercialização do voto), o Bra$il vai caminhar como está, líder mundial na geração de impostos, no topo da criminalidade e da corrupção, sem rumo e sem direção.
Porém, quando alguém desperta o interesse do povo, atrai os olhares da mídia e vira alvo do judiciário. É neste ponto que a política pune muito rápido.
Neste momento (a nuvem é passageira), Alagoas tem um político popstar, um que está em alta pelo enfrentamento à corrupção e um que cumpre todos os compromissos. Duvido que você não saiba quem são! Perceba como são poucos.
O detalhe é que todos foram testados e aprovados nas urnas. Mas, agora, o erro (para qualquer um dos protagonistas) será fatal.
Pelo que se apresenta, o alagoano vai escolher quem fica e quem sai.
Por ordem alfabética:
Alfredo Gaspar de Mendonça
Arthur Lira
JHC
Renan Calheiros
Renan Filho
(todos pré-candidatos ao Governo e Senado)
As hipóteses mais prováveis são para a saída de dois. Pela possibilidade de composição política, ao menos um estará fora (pela vontade do povo).
Em tempo: Na política a punição é rápida (quando chega a hora). E a hora está chegando, com o dia também marcado: 4 de outubro.