Vem aí... pode anotar: a guerra dos podres
Quem for podre que se quebre (e será quebrado). Sigo na tecla da estratégia do silêncio. Na política, jamais pense que o silêncio significa céu de brigadeiro, tranquilidade ou passividade. Pelo contrário: a demora no grito de ataque preocupa muito mais aos envolvidos.
Quem curte filmes, séries e documentários de guerra sabe que os generais dificilmente estão na linha de frente das batalhas. Eles são responsáveis pela estratégia e o comando. Cabe aos soldados, e aos “oficiais do campo”, a missão de transportar o dinheiro, conquistar aliados, tirar aliados do grupo adversário, incentivar a discórdia e, claro, declarar guerra nos campos de batalhas. Entre os mais tradicionais estão os senadinhos, espalhados nas mesas com café e bebidas.
Foi em dois desses que ouvi a mesma “informação”: vai começar a guerra da desconstrução. Daí, logo detectei que, quem for podre que se quebre”, e “quem for podre será quebrado.
A agenda da desconstrução é cruel, porque na política se gritar pega... em tese, não fica um, meu irmão.