Wadson Regis

Não é normal, mas é real...

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Sabe-se que costumeiro modus operandi de fazer política não está ‘morto’, mas o novo modelo não está consolidado. Os movimentos, e movimentações, que estão em andamento, revelam a existência de segredos a serem mostrados muito em breve.

Sabemos que a opção de plantar é livre (para todos), mas a colheita é obrigatória.

Escrever algo sobre política, neste momento, em Alagoas, é tão minucioso quanto o trabalho de um torneiro.

Na verdade, nenhum dos envolvidos neste emblemático processo eleitoral sabe o que o adversário está aprontando. Há conversas, tratativas, simulações de acordos, acordos firmados, acordos trincados e, pela clareza das poucas pistas dadas, traições.

Quando dois adversários do nível de JHC e Renan Filho se apresentam como oposição, sem que o povo e a mídia percebam o menor movimento para o enfrentamento; quando três nomes de peso, como Alfredo Gaspar, Arthur Lira e Renan Calheiros se mobilizam para o público, aliados e a imprensa sem que destaquem a diferença entre suas respectivas qualidades, é porque o plantio das pré-candidaturas candidaturas não atendeu aos princípios básicos.

Repito: plantar é opcional, mas a colheita é obrigatória. O que está acontecendo nas tratativas e encaminhamentos das candidaturas dos principais nomes ao Governo e Senado não é normal, mas é real. Por que será?

Wadson Regis

Wadson Regis

Sobre

Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.

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