Wadson Regis

Elas sumiram? Não, não, não...

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Percebam a importância de denunciar algo prejudicial e, logo em seguida, procurar o órgão competente para que a pessoa, ou a sociedade, não seja prejudicada. É exatamente o que está acontecendo com o complexo, misterioso, enigmático e traumático processo eleitoral em Alagoas.

Elas, as ditas pesquisas eleitorais, sumiram? Não, não, não e não... estão sendo utilizadas como estudo no bastidor. Todos os grupos, e os principais nomes, têm seus institutos e empresas ajustados. E, acredite, é esse tipo de trabalho que orienta os generais das urnas. O outro tipo de amostra (a maioria), devidamente registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), passou a ter outro objetivo, o de ludibriar o imaginário do eleitorado.

A pausa nas pesquisas (esquisitas) foi dada pelo volume de denúncias, e pelo excessivo número de deferimento às denúncias. Macetes históricos da política praticada em Alagoas estão na mira dos pré-candidatos e da Justiça eleitoral (isso é bom).

Pelo hiato do momento, no quesito ilusionismo dos números, elas – as pesquisas – só devem retornar depois dos festejos juninos. A boa notícia é que as fogueiras, em homenagem a São João, queimarão, apenas, a madeira e o milho. Mas elas – as pesquisas e as encomendas – voltam logo logo.

Wadson Regis

Wadson Regis

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Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.

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