PTK: hora de provar que 2+2 nem sempre é 4
Não vai valer a máxima do dito popular de que “todos são culpados até que provem o contrário”. Também não está valendo a lógica jurídica e democrática, que diz exatamente o oposto: todos são inocentes até que se prove o contrário. Conhecido como presunção de inocência, esse princípio impede abusos ao exigir que quem acusa prove a culpa.
No Brasil, esse direito fundamental é garantido pela Constituição Federal (Art. 5º, inciso LVII), que determina que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Isso significa que a acusação tem o dever de apresentar provas sólidas, e a dúvida sempre beneficia o réu. Mas ele (o réu), geralmente é preso e pré-condenado pela humilhação. É aí onde parte da imprensa dá início ao espancamento moral dos seus próprios alvos.
Pois bem... a mídia nacional se acostumou a fazer comparativos perigosos, a maioria sem base sólida, para denegrir a imagem do alvo (da própria mídia). Os Bolsonaro são os maiores alvos desse tipo de mídia.
Então... veremos como será a divulgação sobre a prisão do conhecido influenciador digital PTK, que é pré-candidato a deputado federal pelo MDB de Alagoas. Mas... se a polícia puxar o relatório das imagens de PTK, encontrarão registros com políticos e autoridades da própria segurança pública e do judiciário. E agora? Será que quem se comunicou com PTK ou o MDB, partido que ele está filiado para ser pré-candidato, também têm relação com o Comando Vermelho? Ah!!! A Prefeitura de Maceió e o Governo de Alagoas patrocinaram o bloco Tropa do PTK, que levou uma multidão à orla de Maceió, no início deste ano. Pronto... “todos são culpados até que provem o contrário” ou "todos são inocentes até que se prove o contrário". Aí fica com a narrativa de cada grupo (kkk).
No Instagram, PTK se define como “o cara das comunidades” e utiliza o slogan “respeita os motoboy”. Será que os motoboys também estão como aviões do tráfico e do crime organizado em Alagoas?
Chegou a hora de um bom debate sobre relacionamentos. E de saber de que lado a mídia alagoana está.
Clique no link abaixo e confira o release divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP).