Wadson Regis

Sinceramente...

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...francamente, honestamente, verdadeiramente, abertamente, genuinamente, deveras, mesmo... duvido que até o camaleão Renan Calheiros, o decano das eleições, em Alagoas, com 40 anos de vida política, consiga afirmar, com precisão, o que está acontecendo neste início de processo eleitoral. “Mas o pior é o súbito cansaço de tudo. Parece uma fartura, parece que já se teve tudo e que não se quer mais nada” – Clarice Lispector.

E mais: mesmo com todo exército nas ruas, e com a expertise dos mandatários no Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa, é pouco provável o acerto das próximas alianças, traições e os próximos vitoriosos nas urnas, que ouvemem silêncio – o que eleitores e candidatos revelam na hora do voto. “Tudo aquilo que engana parece libertar um encanto” - Platão.

Busco em Chico Xavier uma provável explicação: “Tudo tem seu apogeu e seu declínio... É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela! Novas folhas, novas flores, na infinita bênção do recomeço”.

Sinceramente... decir mudar ou deixar como está, muitas vezes nos leva a um labitinto sem luz. “Quando tudo nos parece dar errado, acontecem coisas boas, que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo” – Renato Russo.

Assim... “mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir” – Desconhecido.

Para apolítica das Alagoas, a semana começa como terminou, à base do Denorex “parece, mas não é

Wadson Regis

Wadson Regis

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Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.

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