A conta QUE ainda não fechou
1 + 1 = 2
2 + 2 = 4
Na matemática que aprendemos na escola, seja pública ou privada, a soma é exata, mesmo que haja frações. Já na política, as contas, geralmente, são aproximadas, porque injetam números fictícios, pagam pela produção dos números, pela divulgação do resultado e alimentam (de várias formas) a mesa de pseudoanalistas.
A conta de hoje é simples. Sem o advento das pesquisas de opinião pública, ainda que com arranjos nos números, como o eleitor pode ter noção? Como a mídia vai reproduzir? E, como os cientistas políticos e os pseudoanalistas conseguirão detalhar para todos o que está acontecendo neste momento.
Percebam a gravidade do modus operandi deste processo eleitoral. Pesquisa, com registro no TRE, está mais escassa que água na torneira do povo sertanejo. Este fenômeno não é à toa, porque ficou mais fácil de comprovar a verdade dos números.
O que não é possível acertar é a combinação numérica dos – até agora - pré-candidatos ao Senado.
Alexandre Fleming
Alfredo Gaspar
Arthur Lira
Davi Davino
José Wanderley
Marcos André
Renan Calheiros
Ytalo Bonja
Anote, neste cenário, a possibilidade de Marina JHC.
Até agora são 8 nomes declarados e uma possibilidade. Imaginando que sejam 9 candidatos (o que é pouco provável, porém pode acontecer), quem seria mais prejudicado, nos números e na imagem, já que há nomes colocados para o desserviço da Democracia?
A conta não fecha, os números não batem, as informações divulgadas (independente da fonte) estão desencontradas.
A conta não está fechando e também será assim, mesmo depois do Big Brother das convenções, que prepara um baita imponderável.