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Sesau e Ministério da Saúde promovem oficina do SUS em Alagoas

Oficina ocorre até esta quinta-feira (5), no auditório da Secti | Fabiano Di Pace

Fabiano Di Pace 

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) e o Ministério da Saúde (MS) promovem, até esta quinta-feira (5), a Oficina de Planejamento e Elaboração do Plano de Ação da Mesa Estadual de Negociação Permanente do Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento ocorre no auditório da Secretaria de Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti), em Maceió, e teve início nesta quarta-feira (4).


Além de gestores e servidores da Sesau, a oficina reúne representantes do Ministério da Saúde, gestores municipais e sindicatos ligados aos trabalhadores da área da saúde.

A iniciativa contribui para qualificar os processos de negociação, reduzir conflitos, promover melhores condições de trabalho e ampliar a participação dos trabalhadores na gestão do SUS. Também fortalece os princípios democráticos que sustentam o sistema público de saúde no Brasil.

O Governo de Alagoas, por meio da Sesau, oficializou, em 16 de dezembro de 2025, a adesão ao Sistema Nacional de Negociação Permanente do SUS (SiNNP-SUS). A formalização ocorreu durante a 97ª Reunião Ordinária da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS (MNNP-SUS), em Brasília.


Segundo a gerente da Força de Trabalho da Sesau, Thaís Cabral, a oficina em Alagoas é a primeira do tipo no país.

“O Estado se sente honrado em ser o primeiro a realizar esta oficina, que visa fortalecer o diálogo entre a gestão estadual e os trabalhadores da saúde, com foco na valorização profissional e na melhoria das condições de trabalho”, destacou a gerente.

Presente ao evento, a coordenadora-geral de Recursos e Relações de Trabalho do Ministério da Saúde, Etel Matielo, ressaltou a importância do SUS como uma conquista do povo brasileiro.

“O SUS é um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, e o estabelecimento de uma mesa de negociação permanente cria um ambiente de constante evolução, no qual os desafios da área podem ser enfrentados com melhores condições de trabalho e salários dignos”, reforçou a coordenadora.