Com o Proerd: Projeto do MPAL recebe, mais uma vez, estudantes da Escola Campos Teixeira para palestra
Conversar e conscientizar, essa é a proposta do Ministério Público de Alagoas (MPAL) por meio do projeto “A escola vai ao Ministério Público e ao Memorial”. Por tal motivo, estudantes da Escola Estadual Campos Teixeira, que fica no bairro da Ponta da Terra, em Maceió, acompanhados de professores e representantes da diretoria, retornaram, nesta quarta-feira (250, à sede da Procuradoria-Geral de Justiça para, dessa vez, para conhecerem o Memorial Desembargador Hélio Cabral e, também, assistir a uma palestra com a equipe do Programa de Erradicação às Drogas (Proerd), da Polícia Militar, ministrada pelo sargento Hugo Torres. O evento foi acompanhado pela gerente do Proerd, coronel RR Valdenize Silva, e pela coordenadora do memorial Gisela Pfau. A chefe do Cerimonial do MPAL, Cristina Mendes, recepcioou os alunos e interagiu com eles por meio de dinâmicas.
No memorial, os jovens conheceram capítulos da nobre história da instituição contada por meio de objetos pertencentes a membros e servidores da ativa, aposentados ou “in memoriam”. São livros, equipamentos, vestimentas oficiais, fotografias, pertences pessoais que levam ao túnel do tempo e aproximam mais a sociedade do Ministério Público por meio da cultura.
“É sempre gratificante acompanhar estes jovens e apresentar a história do Ministério Público para eles, responder aos questionamentos, eliminar curiosidades. O memorial tem um acervo fantástico que vai sendo acrescido paulatinamente e permitindo que nossa instituição guarde grandes momentos construídos por membros e servidores”, afirma Gisela Pfau.
Durante a palestra, dois estudantes (um menino e uma menina) deram depoimentos sobre boas ações e perspectiva de futuro.
“Espero que todos foquem em seu futuro porque ele já está acontecendo. O meu propósito é seguir a constância para alcançar os meus objetivos, entendendo que, somente nós, somos capazes de mudar uma realidade”, disse Heloise.
“Eu quero ser uma pessoa melhor, ajudar quem tem mais necessidade, pois consigo me colocar no lugar do próximo e percebo, em situações constatadas nas ruas, ou pelos noticiários, pessoas que estão em vulnerabilidade passando por situações difíceis todos os dias. Ter empatia suficiente nos ajuda a crescer e a construir um mundo melhor”, afirma Artur.
Ascom MPAL