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Corpo de Bombeiros inicia 1ª edição do Curso de Polícia Judiciária Militar

A aula inaugural ocorreu na manhã desta quarta-feira | Ascom CBMAL

Alessandra Lima

O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) deu início, nesta quarta-feira (17), à 1ª edição do Curso de Polícia Judiciária Militar (CPJM/BM). A iniciativa marca um momento histórico para a corporação, reunindo 248 militares matriculados, sendo o maior número de participantes já registrado em um curso promovido pelo CBMAL.

A capacitação será realizada entre os dias 17 de junho e 14 de julho, integralmente na modalidade de Ensino a Distância (EaD), por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da corporação. Com carga horária de 187 horas-aula, o curso é destinado a oficiais e praças e aborda temas relacionados à condução de inquéritos policiais militares, autos de prisão em flagrante e procedimentos de apuração de infrações penais e disciplinares no âmbito das instituições militares.

A aula inaugural ocorreu na manhã desta quarta-feira (17) e contou com a presença do comandante-geral do CBMAL, coronel Sérgio Verçosa; do corregedor-geral, coronel Sandro José; e do coordenador do curso, tenente-coronel Gregório Vieira.

A programação também incluiu palestras e orientações sobre a formação. Na ocasião, o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), coronel Olegário Marques Paes, ministrou palestra sobre a Lei nº 14.751/2023, conhecida como Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. Em seguida, o major da Polícia Militar David Deleon Lopes da Silva apresentou a palestra "Os desafios da Polícia Judiciária Militar".

Com a capacitação, o CBMAL busca ampliar o conhecimento técnico dos militares responsáveis pela apuração de infrações penais militares. De acordo com o comandante-geral, coronel Verçosa, o inquérito policial militar e os demais procedimentos investigativos são instrumentos fundamentais para garantir a correta aplicação da justiça, assegurando tanto a proteção da instituição quanto os direitos do militar investigado, com respeito ao contraditório e à ampla defesa.