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El Niño 26/27 - Defesas civis de todo o Brasil estão reunidas com diversos países do mundo em alerta para o fenômeno climático

Rodrigo Perpétuo - Diretor Executivo do ICLEI América Latina | Divulgação

“Estar preparado para o El Niño não elimina o risco, mas reduz o impacto, salva vidas e encurta o tempo de recuperação. A preparação começa antes da crise”, afirma Rodrigo Perpétuo, do ICLEI.

Está acontecendo em Porto Alegre uma reunião que pode ser decisiva para evitar novas tragédias, não apenas na capital gaúcha (como a que aconteceu em 2024), mas também em outras cidades do Brasil e países do mundo.

Durante o Congresso Internacional de Proteção e Defesa e o Encontro Nacional do ICLEI, que acontece no auditório da PUC/RS, especialistas convidados e representantes das Defesas Civis do Brasil vão discutir alternativas para reduzir o impacto do El Niño, que deverá vir forte no segundo semestre. Segundo a Associação Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA, o fenômeno já começou no oceano Pacífico e as chances de ele se prolongar até o final deste ano são de 82%, aumentando o risco de fortes chuvas e secas nos próximos meses.

Diretor-executivo do ICLEI — Governos Locais pela Sustentabilidade, na América do Sul, Rodrigo Perpétuo tem acompanhado os esforços de vários municípios para se adaptar à mudança climática. Para ele, assim como acontece em outros fenômenos de impacto ambiental, a redução de risco no El Niño passa a ser uma questão de gestão, planejamento e execução de ações de prevenção, com a participação das comunidades.

Rodrigo Perpétuo, Diretor Executivo do ICLEI América Latina - Divulgação

“A preparação começa antes da crise. Ao ter essa perspectiva, governos locais e regionais salvam vidas”, conclui ele.

“O congresso, realizado é o momento em que essa experiência se torna visível para o mundo, com a participação de especialistas de vários continentes, com delegações confirmadas da América do Sul, Europa e América do Norte”, completa.

Fonte: Assessoria