“É preciso mudar! E o voto consciente é o melhor caminho", afirma Francisco Sales ao criticar carga tributária excessiva e alto endividamento das famílias
O pré-candidato a deputado estadual Francisco Sales (PSDB) criticou o peso dos impostos sobre trabalhadores, famílias e pequenos empresários e afirmou que o atual modelo tributário chegou a um ponto insustentável. Para ele, a renovação política é fundamental para substituir políticas que retiram recursos de quem trabalha, dificultam a geração de empregos e aprofundam o endividamento da população.
Somente em Maceió, mais de 83% das famílias estão endividadas. Em todo o Brasil, o índice chegou a 81,6% em junho de 2026, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, realizada pela Confederação Nacional do Comércio. O levantamento mostra ainda que 29,9% das famílias brasileiras estavam com contas atrasadas e 12,2% declararam não ter condições de pagar suas dívidas.
“De cada dez famílias, oito estão endividadas. Isso não acontece porque o povo deixou de trabalhar ou passou a gastar irresponsavelmente. A renda não acompanha o custo de vida, os juros são elevados e os impostos estão escondidos em tudo: na comida, no gás, na energia, no remédio, na roupa e no transporte. Ninguém aguenta mais”, afirmou Sales.
Em 2026, o salário mínimo é de R$ 1.621. O trabalhador registrado sofre desconto previdenciário e, quando utiliza o restante para sustentar a família, continua pagando ICMS, IPI, PIS/Cofins, ISS e outros tributos incorporados aos preços. Considerando os descontos e impostos sobre o consumo, a carga efetiva pode consumir aproximadamente 26% a 31% do salário, o equivalente a cerca de R$ 420 a R$ 500 por mês.
“É uma cobrança perversa. O trabalhador paga antes de receber, paga quando compra e volta a pagar nas contas básicas. O dinheiro acaba antes do fim do mês, e o cartão de crédito vira uma extensão do salário. Depois, ainda culpam a própria família pelo endividamento”, criticou.
Sales destacou que o problema também atinge quem produz e gera empregos. Em empresas submetidas ao regime convencional de tributação, somente a contribuição previdenciária patronal pode representar 20% da folha. Há ainda contribuição de 1% a 3% para riscos do trabalho, outros recolhimentos e depósito de 8% para o FGTS. Quando são considerados encargos e direitos trabalhistas, como 13º salário e férias, o custo de uma contratação pode superar em mais de 50% o valor do salário nominal.
“O trabalhador recebe pouco, mas custa muito para quem contrata. Entre o que sai do caixa da empresa e o que efetivamente chega ao bolso do empregado existe uma distância enorme. O pequeno empresário não consegue contratar, o trabalhador não encontra emprego e o governo continua arrecadando. Está tudo torto e precisa mudar”, declarou.
Para Francisco Sales, não basta trocar os discursos e manter as mesmas decisões, os mesmos grupos e as mesmas pessoas no comando. É necessário renovar a política, reduzir burocracias, facilitar a vida dos pequenos e médios empreendedores e diminuir o peso dos impostos sobre o consumo e a geração de empregos.
“Quem está no poder há tantos anos teve tempo suficiente para mudar essa realidade, mas preferiu preservar os próprios interesses. É preciso renovar os nomes, as ideias e a forma de governar. E o voto consciente é o melhor caminho para o cidadão para mudar tudo isso e fazer o Estado voltar a servir ao povo”, concluiu Francisco Sales.
Fonte: Assessoria