Ex-BBB Jessi Alves decide congelar óvulos para preservar o sonho da maternidade
Jessi Alves, conhecida nacionalmente por sua trajetória no Big Brother Brasil 22, anunciou que vai congelar óvulos para preservar a possibilidade de escolher quando a maternidade fará parte de sua vida. A decisão da influenciadora surge em um momento de transformações pessoais, após o término recente de seu namoro, e reflete seu compromisso com a autonomia feminina e o planejamento familiar.
"Sempre tive o sonho de ser mãe, mas a vida toma caminhos que a gente não prevê. Com o fim do meu relacionamento, me perguntei se precisava abrir mão disso só porque os planos mudaram. Com os meus 30 anos, entendi que congelar meus óvulos é a melhor solução para manter aberta essa porta tão importante para mim”, conta Jessi, que optou por realizar o procedimento com o Fertgroup, maior rede de clínicas de reprodução assistida do país. “Nossa missão é fomentar a educação sobre planejamento reprodutivo como forma de viabilizar a parentalidade quando se está pronto para esse passo, sem a opressão do relógio biológico feminino”, comenta Marília Zanona, diretora de marketing do Fertgroup.
Bióloga, professora e comunicadora socioambiental, Jessi consolidou sua carreira integrando educação e ativismo. "Minha participação no BBB 22 ampliou minha voz e, desde então, venho transformando visibilidade em impacto, promovendo conversas sobre mudanças climáticas, equidade racial, sustentabilidade, educação e justiça social", destaca. Aos 30 anos, Jessi decidiu usar essa visibilidade também para, ao expor sua jornada de planejamento reprodutivo, desmistificar e colocar em debate o tema.
“Sempre achei que fertilidade era assunto somente para quando a gente decidisse ter filhos, mas não é. A sociedade mudou, os modelos de parentalidade e família evoluíram, mas a biologia não acompanha essas transformações. Ao pesquisar sobre isso, percebi que existe um universo inteiro de informações sobre fertilidade e planejamento reprodutivo que eu nunca tinha explorado. Descobri que muitas mulheres nunca conversam sobre esse tópico com seus médicos. Muitas que decidem ser mães após os 40 enfrentam dificuldades para engravidar, ou seja, essa conversa chega tarde demais para a maioria de nós”, alerta.
O passo a passo do congelamento
A bióloga prometeu compartilhar todo o processo em suas redes sociais, mostrando a ciência por trás de cada etapa. O passo a passo que Jessi vai vivenciar é o seguinte: normalmente, apenas um óvulo é amadurecido e liberado por mês. Para o congelamento, os ovários são estimulados com hormônios por 10 a 12 dias a fim de que vários óvulos amadureçam ao mesmo tempo.
“Neste período, monitoramos o crescimento dos folículos, pequenas estruturas localizadas nos ovários que podem dar origem a óvulos maduros, ou seja, prontos para a fecundação. Quando estiverem no tamanho ideal, é realizada a sua aspiração, em um procedimento cirúrgico minimamente invasivo, com sedação, usando uma agulha bem fina guiada por ultrassom transvaginal”, explica Dra. Veronica Ferraz, diretora da Clínica Geare/Fertgroup. “Os óvulos são levados ao laboratório e analisados. Os melhores são congelados por vitrificação, técnica que evita a formação de cristais de gelo que poderiam danificar a célula e que revolucionou o nosso meio nos últimos anos, permitindo a criopreservação de óvulos com a alta eficiência que temos hoje”, completa.
Nem todo óvulo resultará em um embrião viável quando for descongelado e fertilizado. Portanto, o médico pode sugerir mais de um ciclo de coleta para atingir um número com margem de segurança que ofereça maior probabilidade de gravidez no futuro. Quanto mais jovem for a mulher no momento do congelamento, melhor a reserva ovariana e a qualidade dos óvulos, portanto será menor a chance de ela precisar de mais ciclos para deixar o número ideal de óvulos congelados. Por isso, a importância de se discutir esse assunto nos consultórios ginecológicos mais cedo.
Além disso, a idade com a qual uma mulher congela seus óvulos importa muito para as chances de ter um bebê no futuro. O recomendável é que o procedimento seja feito o mais cedo possível para aumentar as possibilidades de sucesso. “Por volta dos 35 anos, a perda dos folículos acelera, e os óvulos remanescentes tendem a apresentar menor qualidade, o que torna mais desafiadora a gestação, devido ao aumento da incidência de perdas gestacionais e de síndromes genéticas”, afirma Dra. Verônica Ferraz.
Referência em reprodução assistida, o Fertgroup oferece acolhimento humanizado, tecnologia de ponta e tratamentos individualizados para quem busca realizar o sonho da parentalidade ou preservar sua fertilidade. Maior rede de clínicas de medicina reprodutiva do país, o grupo está presente nas cinco regiões do Brasil, com 16 unidades distribuídas por São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Bahia (BA), Paraná (PR), Distrito Federal (DF), Minas Gerais (MG), Piauí (PI), Paraíba (PB), Pernambuco (PE) e Tocantins (TO).
Fonte: Assessoria