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Última chamada: concurso da Polícia Militar de Alagoas é uma boa oportunidade para quem busca carreira policial no estado

| Ascom PMAL

O concurso para a Polícia Militar de Alagoas está com inscrições abertas até quinta-feira, dia 30 de abril, às 18h. O edital oferece 1.060 vagas (530 imediatas e 530 para cadastro de reserva) para os cargos de Oficial e Soldado Combatente. Organizado pela Cebraspe, a taxa de inscrição custa R$150,00. Para participar, é preciso ter entre 18 e 30 anos, CNH na categoria B e altura mínima de 1,60m para homens e 1,55m para mulheres. A remuneração é de R$6.067,51 para soldados e R$11.563,77 para oficiais.

De acordo com Diego Ribeiro, coordenador do Gran Concursos, o concurso é uma boa oportunidade para quem busca ingressar na área policial da região, principalmente porque combina três fatores: demanda constante por efetivo, barreira de entrada relativamente menor do que as carreiras federais e possibilidade de ascensão interna. “O concurso para a Polícia Militar de Alagoas tende a apresentar uma concorrência mais heterogênea, o que amplia a janela de oportunidade para candidatos estrategicamente preparados. Além disso, a formação remunerada e a estabilidade do cargo tornam o custo-benefício atrativo para quem precisa de inserção mais rápida no serviço público”, analisa o especialista.

O processo seletivo conta as seguintes etapas: prova objetiva, prova discursiva - ambas de caráter classificatório e eliminatório -, teste de aptidão física, avaliação médica, avaliação psicológica, comprovação documental e investigação social e exame toxicológico, de caráter apenas eliminatório. As duas primeiras etapas estão previstas para o dia 19 de julho de 2026, no turno da manhã para oficiais e no turno da tarde para soldados.

Segundo o coordenador do Gran Concursos, a preparação para as etapas deve ser feita de forma integrada desde o início. Por um lado, a prova objetiva exige domínio técnico e capacidade de interpretação, especialmente se a banca seguir o padrão da CEBRASPE, que cobra raciocínio lógico e leitura precisa dos enunciados. Nesse caso, o candidato pode seguir um método baseado não apenas em teoria, mas na resolução massiva de questões e revisão sistemática dos erros. Já a prova discursiva funciona como um elemento de diferenciação. Por isso, além de conhecer o conteúdo, é preciso organizar ideias com clareza, construir argumentos consistentes e demonstrar domínio de temas ligados à segurança pública, evitando respostas genéricas.

É muito importante que o Teste de Aptidão Física (TAF) não seja negligenciado nesse processo. “O TAF deve ser tratado como etapa eliminatória central e não complementar. Muitos candidatos com bom desempenho intelectual são eliminados por negligenciar o preparo físico. A abordagem mais eficiente envolve treinamento progressivo, com foco em resistência, força e adaptação específica aos exercícios cobrados, iniciado preferencialmente antes mesmo da publicação do edital”, explica Diego.

Fonte: Assessoria