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Maceió/Al, 22 de outubro de 2019

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
20/09/2019 às 04:10

Pasmem, as senhoras e senhores! A Assembleia Legislativa de Alagoas melhorou e o placar mudou (Sim, Senhor)

Ainda não é prudente festejar, mas é perceptível a mudança de perfil, comportamento, posicionamento e interdependência no Poder Legislativo Estadual.

Também não é possível arriscar se o “novo” momento é fruto do comando e controle de Marcelo Victor. Astuto, frontal, cerebral e cumpridor dos acordos (é como os colegas mais próximos do parlamento o define) o presidente está alterando o modelo de subserviência e conivência com o Executivo, praticado há décadas na Casa de Tavares Bastos. Sabe-se o porquê, mas não há como arrancar essa premissa do líder parlamentar.

Por outro lado, o decano Antonio Albuquerque, com 25 anos no parlamento que ele presidiu por quatro vezes, assiste de coadjuvante os neófitos Davi Maia, Cabo Bebeto e Cibele Moura (eleita a deputada estadual mais jovem do país) assumirem o protagonismo das discussões, principalmente as de enfrentamento ao Governo do Estado.  

Interessantes, mas indiferentes
Você sabia que a Assembleia Legislativa tem 10 parlamentares em primeiro mandato? que três são estudantes (que não representam a classe estudantil)? e que as cinco mulheres compõem a maior bancada feminina na história do Poder Legislativo?  

Com média de idade de 45 anos, a Assembleia Legislativa abriga:

5 advogados
3 estudantes
3 engenheiros agrônomos
3 bacharéis em direito
2 militares
1 jornalista
1 médico veterinário
1 administrador de empresas
1 engenheiro eletricista
1 historiador
1 químico industrial
1 delegado
1 economista
1 engenheiro agrícola
1 graduado em gestão pública
1 contabilista

Quer saber quem é quem? Quer saber quem está ali por ideologia ou causa? Acesse https://www.al.al.leg.br

SÓ UMA DICA:
Na política não acredite em tudo que te dizem, muito menos naquilo que ouvir de terceiros. A mudança na ALE é uma questão de EGOCENTRISMO parcialmente coletivo. O foco do olhar está nas imediações da cintura, precisamente no umbigo.

Com relação à mudança no placar das votações, mudou no Sim, Senhor! ou... Não, Senhor!

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Natura
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