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Maceió/Al, 18 de novembro de 2019

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
06/11/2019 às 08:04

Da prensa à parceria. Vai fundo, Bolsonaro!

Um novo Jair Bolsonaro entrou em cena. Ao festejar 300 dias de governo o presidente mudou de tom e suavizou no discurso, principalmente com o Congresso Nacional, que ele agora chama de parceiro, por conta do apoio às reformas Trabalhista e da Previdência.

Em se tratando de Bolsonaro e dos políticos que temos basta comparar uma união estável entre um alcoólatra em abstinência e uma prostituta. Pode dar certo, mas é improvável, porque um dos dois lados vai arrebentar a corda.

A roda girou
Bem... a roda girou e Bolsorano atravessou 300 dias de muita turbulência, com tempestades e fogo que deixaram sequelas para muita gente, menos – aí é que está a novidade – para o Brasil. 

Não há dúvida que os próximos números dos institutos de pesquisa confirmem uma virada de mesa pró-Bolsonaro, que trouxe de sua longa viagem internacional, pela Ásia e Oriente Médio, várias frentes para investimentos no país.

Agora em novembro o presidente brasileiro será anfitrião da 11ª Cúpula do Brics, grupo de países integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Bolsonaro já tem agenda confirmada com o presidente chinês, Xi Jinping; da Rússia, Vladimir Putin; da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro ministro da índia, Narendra Modi.

O Fórum Empresarial do Brics reunirá 500 empresários que compõem o conselho da organização e também com a diretoria do Novo Banco de Desenvolvimento, a instituição financeira fundada pelo Brics.

O grande tema a ser discutido na Cúpula do Brics será a cooperação a ser feita entre o Brasil, China, Índia, África do Sul e Rússia na área de ciência, tecnologia, inovação e a formação de pesquisadores.

Outro ponto alto do Brics será a declaração à cooperação dos cinco países no combate à corrupção e ao terrorismo, intercâmbio de boas práticas e desenvolvimento de medicamentos contra a tuberculose. Haverá ainda um item dedicado ao aleitamento humano, como prevenção de enfermidades.

Chegou a hora de sermos MAIS BRASIL e menos Brasília. Impensável acreditar que o Brasil pode dar certo em tão pouco tempo. 

Em tempo:
Com as mudanças no pacto federativo, estados e municípios devem receber de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões nos próximos 15 anos. 

Não sou Bolsonaro, sou MAIS BRASIL.

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