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Maceió/Al, 28 de novembro de 2020

Turismo

19/10/2020 às 17:37

Impactado pela pandemia da Covid-19, segmento dos cruzeiros marítimos avalia medidas para retomada

A temporada 2020-2021 de cruzeiros marítimos foi extremamente impactada pela pandemia da Covid-19 e deve registrar uma retração de 60%, comparada a anos anteriores, e uma perda superior a R$ 1,3 bilhão. Os dados são da Secretaria Estadual de Turismo de São Paulo, divulgados pela Revista Veja.

No dia 13 de março, dois dias após a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhecer a pandemia do novo coronavírus, o então secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, deu uma declaração sobre o setor: "Enquanto durar a declaração de emergência, os cruzeiros turísticos estarão interrompidos”. Na época, havia pelo menos 20 navios programados para sair pelo país e a temporada deveria se estender até meados de abril.

Desde então, as empresas e as cidades do litoral que recebem os passageiros tiveram de se adaptar à suspensão das atividades. Para uma retomada futura, a associação internacional Cruise Lines International Association (Clia) anuncia a testagem de 100% dos cruzeiristas e da tripulação antes do embarque.

A exigência busca garantir a segurança dos viajantes, da tripulação e dos locais visitados. Segundo a organização, a norma tem vigência imediata e se aplica a todos os navios com capacidade para mais de 250 pessoas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem acompanhando os desafios enfrentados pelo setor do turístico e entende que a segurança e a mitigação dos riscos de contágio pela Covid-19 são fundamentais para a retomada.

Quanto aos cruzeiros marítimos, a equipe técnica de Turismo da CNM salienta que, além da testagem dos passageiros e tripulantes, é importante respeitar os protocolos de segurança durante a visitação aos locais onde há o desembarque. Assim como o cuidado com o descarte das máscaras, preservando o meio ambiente e resguardando o serviço e os profissionais de limpeza urbana.

Histórico

O primeiro navio construído para fins de cruzeiros marítimos de que se tem notícia foi o Prinzessin Victoria Luise, idealizado por Albert Ballin, o então gerente geral da Hamburg-American Line, em 1900. O interesse por esse meio de transporte aumentou a partir da tradição das viagens transatlânticas; e, na disputa por clientes cada vez mais satisfeitos, as empresas do ramo adicionaram à viagem muitos luxos, como jantares de gala e camarotes exclusivos. O Titanic é o exemplo mais famoso.

Na década de 1980, a popularidade das viagens de cruzeiro marítimo estava no auge. A partir daí, as companhias passaram a investir cada vez mais em requinte e diversão, e as rotas também aumentaram, diversificando as opções para esse segmento de turismo.

Da Agência CNM de Notícias com informações da Revista Veja e Abremar


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