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Maceió/Al, 23 de junho de 2024

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Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
30/06/2017 às 09:50

O maior fabricante de corruptos e crises do planeta sobrevive ao tempo. Até quando, Brasil?

Imagine um país fantástico, tropical e com riquezas imensuráveis. É o Brasil de todos nós.

Agora, imagine um país campeão na produção de corruptos e crises e onde a lei também funciona para livrar os maus feitores. É o Brasil de poucos, mas que mandam, desmandam e comandam o extermínio de um futuro para este mesmo Brasil.

O Brasil é tão grande “EM TUDO” que sobrevive ao tempo se reinventando como o camaleão troca de cor. No GIGANTE Brasil os filhos já não respeitam nem os pais, empregados ignoram o patrão e a justiça também senta no banco dos réus. País igual não há.

O Brasil é mesmo diferente. É controverso desde seu descobrimento, ainda em 1500. Não há unanimidade na figura de Pedro Alvares Cabral como sendo o real descobridor, naquele 22 de abril.

O Brasil também foi traído no dia 7 de setembro de 1822, com D. Pedro, em meio à crise que culminou com o processo de independência de Portugal. INDEPENDÊNCIA OU MORTE foi o grito que saiu das margens do Ipiranga para que o Brasil se libertasse.

Também há teses defendendo que o nosso Marechal Deodoro deu um golpe no dia 15 de novembro de 1889, ao Proclamar a República.

Sufocado com os modelos de governo o Brasil passou pela era trabalhista, de Getúlio Vargas, à fase áurea do progresso, com Juscelino Kubitschek, até chegar no militarismo, quando houve um freio de arrumação no país, que já agonizava. Mas a força e repressão também estavam matando o Brasil de todos nós. O remédio daqueles tempos foi a Diretas Já, em 1983, capitaneada por Ulisses Guimarães. Também há estudos que apontam para mais um golpe no Brasil, com a eleição indireta de Tancredo Neves. 

A história seguiu até que um representante do povo trabalhador do Brasil assumisse as rédeas do país. Com Lula na presidência, a partir de 2003, era a vez do povo no poder. O regisme Lulista durou 13 anos e caiu por terra em meio a uma série de denúncias e escândalos.

O Brasil de hoje, comandado por um presidente sem voto, é apenas mais um fruto perdido daquele plantado em 1500.

Esta sexta-feira é mais uma de tantas e tantas onde vândalos descompromissados com os interesses da nação param o país em benefício dos próprios interesses. Amanhã é sábado, depois domingo e por aí vai o Brasil de todos nós, aos cuidados de poucos que acabam com o sonho de um Brasil próspero.

Até quando? Esta é a questão.            

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