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Maceió/Al, 27 de junho de 2022

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
13/11/2017 às 09:09

Prefeitos do Pìlar, São José da Laje e Coqueiro Seco engatam protagonismo, diante da crise nos municípios

Conta-se nos dedos os prefeitos alagoanos bem avaliados nas pesquisas pré-eleitorais. Os dedos diminuem à medida em que a popularidade é fruto do choque de gestão, o combate à corrupção e aos maus costumes da localidade e, ainda, com obras sociais e estruturantes para mostrar que o planejamento e a execução bem feitos, separa o joio do trigo.

A crise está a solta e a maioria dos prefeitos culpa a falta de recursos e os cortes nos repasses federais. O discurso é frágil e já não convence a população.

Citarei apenas três casos, que envolvem dois prefeitos da nova geração e uma senhora, de 68 anos que, em apenas 10 meses e alguns dias à frente de um município pobre, está mostrando que a vontade, aliada a uma boa equipe, que trabalha em cima de planejamento e ações direcionadas, é capas de superar qualquer crise.

Coqueiro Seco
Na gestão da novata Decele Damaso, Coqueiro Seco, na grande Maceió, está passando por um processo de transformação “fenomenal”. A cidade, que nem acesso em asfalto tem, está com os dias contados para recebê-lo. Numa parceria com o Governo do Estado as principais ruas estão sendo pavimentadas. Com os mesmos recursos do programa Pró-Estrada, o Estado passará o asfalto pelos dois acessos à cidade (por Santa Luzia do Norte e pela BR-324, entrando no lado oposto do acesso ao balneário Broma), certamente AINDA mais conhecido que Coqueiro.

Em Coqueiro, os investimentos também estão transformando a Educação, não apenas nas sala de aula, mas na qualificação de professores. Merenda aprovada pelos alunos, por lá não falta. Também não falta mais médicos. Aliás, todos os dias da semana. Ações sociais e ambientais cuidam melhor das pessoas e do meio ambiente. A agricultura familiar aproximou o poder público das famílias humildes. A rica cultura coqueirense está saindo do anonimato e o esporte já revelando talentos. Em breve a orla lagunar da cidade será transformada num cartão postal.

Coqueiro Seco vive uma realidade surreal, se comparamos com a maioria dos municípios alagoanos.

Pilar
Também na região metropolitana de Maceió, os moradores do Pilar aprovam a gestão do prefeito Renato Filho, na casa dos 85%. Por lá a gestão também segue a passos longos, na contramão da crise.

Um dos primeiros choques na gestão atual tem o conceito de moralidade. O prefeito encaminhou à Câmara de Vereadores a primeira Lei Anticorrupção de Alagoas. Antes, reabriu o hospital e os novos pilarenses passaram a nascer na cidade.

Com salários em dia e investimentos em várias frentes, a parceria com o Governo do Estado tem transformado a gestão de Renato Filho num canteiro de obras, principalmente sociais.

São José da Laje
Único prefeito reeleito dos três exemplos, Rodrigo Valença é o protagonista da Zona da Mata. Por estar no segundo mandato não teria como reclamar do antecessor. Assim como está acontecendo em Coqueiro e Pilar, o planejamento e a qualificação das equipes estão fazendo a diferença, principalmente nas três áreas que chegam mais próximas da população: Educação, Saúde e Assistência Social.

A expressiva avaliação está impulsionando o prefeito da Laje a uma candidatura à Assembleia Legislativa ou Câmara Federal. Se optar pelo caminho mais curto, mantendo a parceria com o jovem e amigo deputado JHC, a ALE certamente ganhará mais um bom quadro.

Os gestores foram eleitos para fazer o município avançar e a missão está longe de ser IMPOSSÍVEL. Os bons exemplos estão aí .

Perfil

Maria Decele Damaso de Almeida, 68 anos. Pedagoga.

Renato Rezende Filho, 33 anos. É advogado.

Bruno Rodrigo Valença de Araújo, 32 anos. É advogado.

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