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Maceió/Al, 27 de setembro de 2021

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Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
28/08/2019 às 19:28

Taxistas desafiam a "lei" praticando pirataria. Agora, o TJ quer legalizar. Então, para quê ônibus coletivo na capital?

É impressionante como a pressão é uma arma eficaz neste estado (assim mesmo, com "e" minúsculo, num reconhecimento às autoridades que se apequenam diante de situações vexaminosas.

Quando falo em pressão, pode colocar no pacote... ameaça de caos, extorsão e atos extremos.

Escrevo em poucas linhas apenas para perguntar e te fazer refletir o seguinte:

Arsal, BPRV, BPTran, SMTT, sindicatos, associações, cooperativas e, claro, os usuários, sabem que a maioria dos transportadores complementares que fazem o transporte de passageiros das cidades também praticam o transporte clandestino (pirata) ao entrar na capital.

Eles e os passageiros também fecham os olhos para os taxistas (inclusive vindos do interior) que praticam a modalidade pirata denominada Táxi-Lotação.

Tão escabroso é ter convicção que todos eles têm conhecimento da atuação ilegal dos placas cinza (qualquer um que se aventura a parar de ponto em ponto para fazer o mesmo serviço).

Mas sabe quem é o vilão por toda essa imoralidade com requintes de conivência? As empresas que geram milhares de empregos e são obrigadas (por lei kkkk) a arcar com todos os encargos. Sim. O vilão é o empresário que faz tudo certo, mas não pode nem reajustar o preço da tarifa porque aí é protesto na certa, inclusive com a presença de políticos e líderes estudantis. Sem falar que nos ônibus idoso não paga, deficiente não paga e estudante paga meia passagem.

Bem.. depois do presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, Tutmés Ayran, dizer que “é mais sensato regulamentar que proibir” os táxis-lotação, só me resta perguntar: como os empresários vão pagar as contas, no final do mês, se nem reajustar tarifa podem

Se com o número de ônibus que circulam a população já reclama, imagine se as empresas fecharem as portas.

Agora... é hora da demagogia. 

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