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Maceió/Al, 21 de janeiro de 2021

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Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
02/11/2020 às 06:41

Estratégia de ataque inviabiliza apoio do 3º colocado no 2º turno

Imagine depois de tanto ataque entre Alfredo Gaspar, Davi Davino Filho e JHC o terceiro colocado apoiar alguém. Difícil, mas na política que temos tudo é possível. 

Nas eleições de 2016, o 3º colocado foi JHC. Azarão à época ele não participou do 2º turno, disputado por Rui Palmeira e Cícero Almeida.

Agora, imagine como seria Alfredo Gaspar apoiando JHC ou Davi. Ou Davi com o apoio de Alfredo ou JHC. E como seria JHC apoiando Alfredo ou Davi. Quem diz o que quer acaba com a língua suja.

A estratégia de ataque é cruel para o adversário e muito ruim para o terceiro, que fica fora do segundo turno e perde a condição de negociar espaço futuro, a principal moeda de troca entre vencedor e derrotado. 

Eles são... 
Adversários - quando se enfrentam, mas assim mesmo há esperanças de alianças e composições.

Concorrentes - é a circunstância do jogo. Em geral não há qualquer tipo de ataque ou apontamento ao outro. Tudo paz e amor.

Inimigos - quando o limite é zero desde a convenção e já começa dedo em riste, xingamento e tudo mais.

Pelo menos entre os três primeiros o conceito de “INIMIGO” vence com 100% dos votos. Um péssimo exemplo à democracia.

A única certeza no 2º turno é que todos terão o mesmo tempo na propaganda eleitoral.

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