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Maceió/Al, 16 de junho de 2021

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
06/05/2021 às 19:49

No Podemos, pode; no PDT, não.

Um político sem mandato é só alguém à espera do... vamos lá? Como não há vácuo na política, Renan Filho fez o dever de casa e se reaproximou de Marcelo Beltrão, mentor da ala dissidente do clã Beltrão liderado por Marx.

Ah, o prefeito de Coruripe é do PP, comandado por Arthur Lira. É verdade, mas o cordão umbilical dos Beltrão tem o DNA Calheiros, desde João e Joaquim.

Política, entenda assim, é uma caixa preta com poucas oportunidades e quando uma aparece é difícil de não agarrar.

Marcius Beltrão agarrou, por méritos do seu grupo e não do PDT, a oportunidade de sair do ostracismo e voltar a ser protagonista na condição de secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas

Marcius, todos sabem, trabalha a candidatura de deputado federal. E como conseguir visibilidade fora do combate?

Cada partido tem sua conduta. O PDT entende como desobediência ou traição uma nomeação sem consulta prévia.

Já no Podemos, onde Kelmann Vieira se licenciou da Câmara de Maceió para assumir a Secretaria de Estado de Prevenção à Violência, também sem consulta prévia ao diretório do partido, a reação foi imediata, mas com o desejo de sorte ao filiado na nova missão, mesmo reiterando que o partido não faz parte da base de sustentação do governador Renan Filho”.

Cada um no seu quadrado e o PDT perderá um grande quadro, que deve pedir para sair e evitar o constrangimento de ser expulso. 

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