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Maceió/Al, 16 de junho de 2021

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
08/06/2021 às 23:40

Na onda do Nem-Nem, Ronaldo Lessa entra na disputa pelo Senado

Ricardinho Santa Ritta encabeçou o movimento dentro do PDT pela candidatura de Ronaldo Ricardinho Santa Ritta encabeçou o movimento dentro do PDT pela candidatura de Ronaldo

Na campanha recente à Prefeitura de Maceió nosso nome aparecia bem, mas o partido entendeu que deviríamos compor com o JHC. Debatemos bastante, aceitei e cumpri com toda força que eu tinha. Tenho certeza que ajudei muito ao JHC. Acho que os dois separados era difícil vencer aquela eleição”.

A fala aí é de Ronaldo Lessa. Conversamos agora há pouco porque quis ouvir dele as possibilidades de ir às urnas em 2022, após pedetistas lançarem seu nome ao Senado.

Assim como em 2020 seguirei o direcionamento do partido, mas desde que eu esteja competitivo. Além disso, tem a candidatura do Ciro Gomes à presidência, que precisa de um palanque forte em Alagoas”, completou o vice-prefeito da capital.

Aproveitei para apimentar sobre a polarização entre Renan Filho e Fernando Collor e citei a onda do Nem-Nem (nenhum nem outro) que já ganha corpo pelo país, com base numa terceira via contra Bolsonaro e Lula.

Pois é. Vamos aguardar mais um pouco, mas estou à disposição do partido. Temos um grupo forte, que está engajado na candidatura natural do Rodrigo Cunha ao Governo. Neste caso, também favorece uma candidatura ao Senado”, reforça Ronaldo.

Imaginando que as possibilidades virem realidade a campanha ao Senado terá três ex-governadores no páreo. É muita história, com aceitação e rejeição em massa para todos os lados.

No caso de Renan Filho decidir concluir seu ciclo no Governo, os 70tentões - Collor (71 anos) e Ronaldo (72 anos) - terão a última oportunidade para o desempate da histórica rivalidade. Collor levou a melhor em 1986; Ronaldo em 2002; Collor em 2006. Em 2010 Teotonio Vilela Filho foi reeleito governador contra Ronaldo. Collor foi o terceiro e apoiou Ronaldo no segundo turno.

 “Só que desta vez se eu perder, mas espero que não, continuo onde estou. Ele (Collor) busca o terceiro mandato. É tudo ou nada. Assim como é para Renan Filho”, alfineta Ronaldo.

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