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Maceió/Al, 27 de outubro de 2021

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
13/09/2021 às 09:22

Eleição de Campo Grande deixa uma GRANDE lição

A verdade dói e machuca A verdade dói e machuca

Um jogo de futebol tem 90min, certo? ERRADO.

O mais forte sempre vence, certo? ERRADO.

O dinheiro compra uma eleição, certo? ERRADO.

Uma partida de futebol só termina quando o árbitro apita o final do jogo, PREVISTO para dois tempos de 45 minutos.

Quando o “TIDO COMO” mais fraco vence é porque algo não estava como deveria estar, do lado do “TIDO COMO” mais forte.

E se dinheiro garantisse mandato, todo rico bancava sua própria eleição.

Bem... a eleição no município de Campo Grande, no Agreste de Alagoas, deixa uma GRANDE lição para os candidatos que vão às urnas em 2022 e seus apoiadores.

Muito mais do que a comemoração antecipada, antes do TRE decretar a vitória de Théo Higino (Republicanos), com 49,83% dos votos válidos, contra 49,70% de Cícero Pinheiro (MDB); mais do que imaginar que o apoio do lado mais forte garantiria a vitória, e mais importante que o dinheiro gasto no pleito foi o sinal de alerta daquele povo NAS URNAS.

2022 está na porta e sentará nas cadeiras do poder (governador, senador, deputados federais e estaduais) os que tiverem mais acertos em suas estratégias. Quem pensar diferente corre o risco de comemorar “DE MANEIRA ANTECIPADA” a vitória do rival.

Campo Grande deixa uma GRANDE LIÇÃO – não pelos 9 votos de diferença de Higino para Pinheiro.

Peguei leve, porque o vexame foi d+.

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