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Maceió/Al, 26 de janeiro de 2022

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Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
06/12/2021 às 07:26

A verdade é a melhor opção

Em política ninguém é candidato de si. Também não existe candidatura de última hora. Para os que pensam que Fernando Collor venceu Ronaldo Lessa em 28 dias, nas eleições ao Senado de 2006, leiam mais sobre política, afinal, é a partir da política que os destinos da nação são traçados e postos em prática.

Alagoas vive, como há muito não se via, com equilíbrio e pujança nas finanças, obras em todos os municípios e diminuição drástica nos índices de violência. É resultado de uma série de acertos iniciados quando Manoel Gomes de Barros assumiu no lugar de Suruagy.

- Foi Mano, com medidas arrojadas, quem deu os primeiros passos para a retomada. Colocou a folha em dia, após meses em atraso, efetivou o pagamento dos servidores que aderiram ao PDV no governo de Suruagy. A prisão dos chefes da gangue fardada foi um divisor de águas para a segurança pública.

- Ronaldo Lessa oxigenou a máquina pública com concursos, promoveu uma política social inovadora e iniciou o fortalecimento do turismo.

- Teotonio Vilela Filho, com a experiência de três mandatos como senador, salvou os municípios do colapso financeiro, impulsionou a economia do Estado, gerou oportunidades de trabalho e retomou as obras no Canal do Sertão.

Quando Renan Filho assumiu, o país passava por uma crise institucional sem precedentes. O início do seu governo foi beneficiado pela expertise de Renan Calheiros, que utilizou o poder que tinha à época para congelar a dívida de Alagoas por mais de um ano e depois reduzi-la drasticamente. Essa conta Alagoas deve a Renan (pai).

Quando janeiro chegar Renan Filho inicia seu último ano como um dos melhores governadores da história de Alagoas. Arrecadou como nenhum outro, poupou como nenhum outro, fez dinheiro como nenhum outro e também gasta, com recursos próprios, como nenhum outro. Os pontos positivos superam os negativos, mas ainda falta muito para o próximo governante, que terá desafios duros, principalmente nas políticas sociais e no agronegócio.

Janeiro está chegando para celebrar um novo ciclo na política. A má notícia é que nenhum grupo dominante tem o candidato definido para apresentar a população. Por que será?

Porque a política é carente de verdades.

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