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Maceió/Al, 27 de junho de 2022

Colunistas

Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
19/05/2022 às 09:09

Procura-se a verdade

Verdade, na política, é uma palavrinha esperando tradução e traição.

Há momentos em que informação é mais letal que munição. Essa premissa deve ser observada pelos pré-candidatos às eleições de outubro. Vale lembrar que pré-candidatura não garante o direito de ir às urnas.

O que está acontecendo com João Dória, ex-governador de São Paulo e pré-candidato a presidente pelo PSDB, é um perfeito exemplo do que acontecerá por aqui. VEJA BEM: eu não disse que poderá acontecer. ACONTECERÁ.

Assim, justifico que há momentos em que informação é mais letal que munição.

Esse assunto não é novidade no cenário alagoano. Como é de conhecimento Collor perdeu o PROS, Albuquerque o PTB, Marx o PSD. Falo só de alguns quadros significativos. Depois veio Arthur Lira barrando a filiação de Collor no PL de Bolsonaro, Arthur tomando o União Brasil de Marcelo Victor, a tentativa de Rodrigo Cunha de assumir o PSD, quando Rui já estava lá.

Há alguns meses publiquei aqui que não haveria brecha para a terceira via em Alagoas. Rui entrou no jogo e, por enquanto, existem Paulo Dantas, Rodrigo Cunha e Rui Palmeira na dianteira das pesquisas e Regis Cavalcante como o azarão (e assunto à parte).

Há momentos em que informação é mais letal que munição. Por traição alguém não largará a partir das convenções partidárias.

Retorno com esse assunto no dia 5 de agosto, último dia para a realização de convenções pelos partidos políticos. Ou antes, em publicação extraordinária.

Estou colocando em risco os meus 100% de aproveitamento.

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