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Maceió/Al, 23 de junho de 2024

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Roberto Boroni Roberto Boroni
Jornalista de formação e que tem a crônica esportiva no coração. Ex-assessor de comunicação do CRB, Vivi de perto a Série B para saber que ela pode ser tudo, menos fácil!
08/01/2024 às 06:54

Resiliência, uma palavra chata e pouca usada. Mas, que no CSA agora tem que valer ouro

Foto: Ailton Cruz/GA Foto: Ailton Cruz/GA

O Futebol é o esporte mais apaixonante do mundo, muito porque ele é não fácil de ser explicado, apesar de ser muito fácil de ser compreendido. Todo mundo entende de futebol, mas explicar com detalhes o que leva um time a ter sucesso ou fracasso, aí já é mais uma missão nossa, da imprensa, porque o torcedor apesar de entender muito, ele não precisa de mil explicações, para ele o resultado final explica tudo.

E no caso do CSA neste final de semana, eliminado em casa pelo Iguatu na fase Pré do Nordestão, é daquelas difíceis de explicar. Clube se planejou bem, buscou um técnico que foi na Série C do ano passado e com ele vieram atletas do Volta Redonda, o que nos dava uma ideia de como seria o esqueleto inicial da equipe.

Trouxeram bons reforços, começaram a trabalhar cedo, tudo em dia, estrutura boa, ambiente bom e na hora H, deu ruim. O CSA jogou mal e acabou sendo eliminado nos pênaltis.

Uma dura eliminação, porque agora em 2024 o CSA não terá cotas da Copa do Nordeste e da Copa do Brasil. Além disso, o resultado quebra logo de cara o elo de confiança que o torcedor queria estabelecer com o time e no Alagoano o Azulão vai ter que lidar com pressão, resultados vão precisar chegar na mesma proporção que a formação da equipe vai sendo elaborada.

Agora, todos que estão no CSA vão precisar trabalhar uma palavra difícil, chata de falar, mas importante demais de praticar, sobretudo nos momentos de dificuldade: Resiliência. Sim, quem está no CSA precisa ser resiliente, tomar as porradas nas mídias sociais que virão pelos próximos dias e entender que justas ou não, críticas vão acontecer, porque o resultado contra o Iguatu foi terrível.

Eu continuo vendo um planejamento correto. Apesar de não ter gostado da formação que Rogério Correia escolheu para a partida, não usou a base do Volta Redonda como eu imaginava que ele o faria.

CSA agora só tem pela frente o Alagoano e o torcedor vai cobrar forte por um desempenho. E todos no clube terão que ter resiliência, entender o torcedor, entender a cobrança da imprensa e reverter no campo essa má fase.

Clube de massa é assim, resultado não veio, pressão vem e vem pesada. Aí a sabedoria de ser resiliente é fundamental.  Um projeto foi iniciado, vejo correção nele, mas agora é momento de suportar a pressão da massa, e nada melhor do que ter a boa e velha resiliência para aguentar e superar essa fase.

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